Chiado – ep5. Sanannda Acacia e João Kombi

ep5. 25, domingo 14h – Sanannda Acacia (PR) e João Kombi (SP)

Sanannda Acácia é uma artista brasileira que se apresenta com os projetos Quasicrystal, Insignificanto, Crusty e em colaborações com MUTA, Dehors e outros. A artista abrange lançamentos amplamente experimentais e obscuros marcados por procedimentos lo-fi. É membro do selo de musica experimental Seminal Records.

Começou a se envolver com música no início dos anos 90. Desde então, são mais de mil shows como músico, produtor e técnico. Nos últimos 10 anos se dedicou à múltiplas funções na banda Test, em que a ideia de ocupação do espaço público se tornou referência dentro e fora do Brasil. Natural de São Paulo, atualmente está à frente de uma pesquisa em busca de novas alternativas no âmbito da produção cultural.

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Chiado – ep4. Felipe Araya e Renata Roman

ep4. 22, quinta 20h – Felipe Araya (CHI) e Renata Roman (SP-Cuba)

Improvisa com Cajón peruano sozinho e acompanhado onde esfrega, bate, roça, fricciona, desliza, deixa cair e agita objetos de construção simples. Em suas ações usa a geometria do instrumento e a matéria prima dos objetos (madeira, metal, polímeros) assim como os espaços ocupados nas intervenções.Conta com publicações em CD, cassete e online, com turnês na América e na Europa.

Renata Roman é artista sonora. Pesquisa as poéticas do som e da escuta e suas relações com o espaço, memória e visualidades. Seu trabalho transita entre instalação, música experimental, rádio arte e gravações de campo.

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Chiado – ep3. Rogerio Martins e Bruno Trochmann

ep3. 20, terça 20h – Rogerio Martins (SP) e Bruno Trochmann (Campinas/SP)

Integrante da banda Hurtmold desde 2003. Também é integrante da banda Bodes e Elefantes. Junto com o baterista Ale Amaral (Bugio)  compõem um duo de improvisação.

Bruno Trchmnn vive em Campinas-SP e é professor da rede municipal. Ele é a metade do duo punk-abstrato Cama Rosa. Em seu trabalho solo explora construções baseadas em drones longos e formas/instrumentos folclóricos. Também se dedica à pesquisa e produção teórica sobre essa prática sonora e suas intersecções/contradições políticas; a ideia do comunismo e cultura revolucionária.

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Chiado ep2. Cecilia Quinteros e Julia Teles

ep2. 15, quinta 20h – Cecilia Quinteros (AR) e Julia Teles (SP)

Julia Teles é compositora, editora de som e thereminista. Seus trabalhos incluem composição, improvisação, trilha sonora para filmes e teatro, e finalização de som para o cinema. Fez parte do coletivo NME que, entre 2011 e 2018, produziu diversos concertos e uma revista online (linda). Em 2020 lançou o álbum “Teia”, em parceria com Inés Terra.

Thelmo Cristovam, natural de Brasília/DF, vive e trabalha em Pernambuco. Improvisador e compositor com formação em física e matemática, atua como pesquisador independente em psicoacústica. Respiração/garganta (sax/trompete) e ondas eletromagnéticas (satélites/rádio) são o foco atual em suas performances de improvisação livre, rádio arte, noise e composições baseadas em gravações de campo.

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Chiado – ep1. Rossano e Thelmo Cristovam

ep1. 13, terça 20h – Rossano (MG) e Thelmo Cristovam (PE)

Nascido em Minas Gerais, Rossano é músico profissional desde 1991. Atua tanto nas áreas de educação e pesquisa quanto em criação artística. Em 1995, em Belo Horizonte, desenvolveu com parceiros o projeto Disfunção do qual se originou o grupo pexbaA, que tinha como proposta promover a interação entre diversas linguagens e formas musicais. “Primeira Mitose” (Brava, Brasil 2020) é o trabalho mais recente do artista.

Thelmo Cristovam, natural de Brasília/DF, vive e trabalha em Pernambuco. Improvisador e compositor com formação em física e matemática, atua como pesquisador independente em psicoacústica. Respiração/garganta (sax/trompete) e ondas eletromagnéticas (satélites/rádio) são o foco atual em suas performances de improvisação livre, rádio arte, noise e composições baseadas em gravações de campo.

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Bruno Palazzo “Década”

vídeo criado por Bruno Palazzo para a faixa ‘Década’ de seu álbum ‘Década‘.

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AEVUM, solo de Romulo Alexis, em breve pela Brava
*ouça uma faixa

AEVUM, solo de Romulo Alexis, em breve pela Brava <br/>*ouça uma faixa

Com lançamento previsto para 22 de Fevereiro pela Brava Edições, AEVUM é o novo álbum solo de música exploratória de Romulo Alexis, com 7 temas que investigam as micro-revoluções que se manifestam no interior dos sons e as associações da fisicalidade entre o som do trompete e frequências puras de hertz relacionadas aos 7 chakras principais dentro da tradição Hindu.

Concebido a partir de um misto de interesses estéticos e meditativos, o álbum propõe diálogos com um tipo de escuta profunda em um viés estético quase minimalista, não fosse a veia decompositiva que explora sem reservas os caminhos criativos abertos pelas manifestações dos fenômenos acústicos que surgiram ao longo do processo.

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Cadu Tenório “Drop count”

Composição audiovisual inédita de Cadu Tenório, para o Ímã.

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Rossano “prm Sonnet CIV short movie”

Vídeo criado por Rossano para a faixa Sonnet CIV de seu álbum “Primeira Mitose”, lançado em 2020 pela Brava Edições.

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Oficina Pandermix(er), com Marcelo Muniz

Oficina Pandermix(er), com Marcelo Muniz

O Pandemix(er) é um mini mixer de 4 canais e controle “master”, criado e desenvolvido por Marcelo Muniz, disponibilizado em forma de kit para ser montado.

A oficina oferece todo o suporte para sua montagem, por vídeo aula, além de abordar fundamentos de eletrônica básica, envolvendo componentes eletrônicos, técnicas de soldagem, leitura de diagrama esquemático e funcionamento eletrônico do mixer.

Informações gerais:
Oficina Pandermix(er), com Marcelo Muniz
datas: 24 e 26 de Novembro
horário: das 19h30 às 21h30
local: oficina virtual através do Zoom

Conteúdo do kit Pandermix(er):
• Componentes eletrônicos
• Placa de circuito impresso pronta para montagem
• Caixa transparente
• Fio de estanho 0,5mm

Planejamento:
Aula 1, dia 24/11
Carga horária: 2h, das 19h30 às 21h30
• Elementos fundamentais da eletrônica
• Componentes eletrônicos: princípios de funcionamento e leitura
• Simbologia eletrônica e leitura de diagrama esquemático
• Pandemix(er): como funciona?

Aula 2, dia 26/11
Carga horária: 2h, das 19h30 às 21h30
• Placas de circuito impresso
• Técnicas de soldagem eletrônica
• Orientações e dicas para montagem do kit

Público alvo:
Curiosos, entusiastas, estudiosos e entediados; todos aqueles que desejam montar seus equipamentos eletrônicos com as próprias mãos e não sabem por onde começar; para aqueles que sabem por onde começar mas ainda não começaram e para os que, simplesmente, querem um Pandemix(er).

Pré-requisitos:
Não há necessidade de conhecimento prévio de eletrônica.
É desejável (mas não imprescindível) que se tenha alguma familiaridade com solda.

Ferramentas necessárias:
Ferro de solda de 25W,
Alicate de corte,
Estanho.
É também recomendado (mas não imprescindível) suporte para soldagem (terceira mão) e sugador de solda.
*Veja mais detalhes sobre as ferramentas aqui.

Local:
A oficina será ministrada via Zoom, que pode ser baixado gratuitamente
para Android, iOS e desktop, ou acompanhada online.

*inscrições encerradas



Ministrante:
Marcelo Muniz
é bugiganguista graduado em física, Doutor em Neurociências pela Universidade de São Paulo com pesquisa voltada à psicoacústica e cognição musical. Sua trajetória inclui trabalhos como violonista e luthier.

Atualmente desenvolve trabalhos em arte sonora e música experimental envolvendo performances, concepção e construção de objetos sonoros e ambientes instalativos.

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Vermes do Limbo no ‘The Watt from Pedro Show’

Vermes do Limbo no ‘The Watt from Pedro Show’

Vermes do Limbo foram os convidados de sábado dia 31 de Outubro, dia das Bruxas, do programa de rádio do Mike Watt, “The Watt from Pedro Show”.

Além da entrevista, o eterno baixista do Minutemen também tocou faixas do recém lançado álbum do trio, “VEM VER ME NOS“.

Ouça o programa na íntegra:
The Watt from Pedro Show – ft. on-air guests Vermes do Limbo from Sao Paolo, Brazil via Skype” – https://www.twfps.com/past-episodes/on-air-guests-vermes-do-limbo-from-sao-paolo-brazil-via-skype

Ouça o álbum:
VEM VER ME NOS“, Vermes do Limbo ft. Kiko Dinucci (Brava+Indio Rock Selo, 2020) – https://brava.bandcamp.com/album/vem-ver-me-nos

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Novo lançamento: “Primeira Mitose”, por Rossano

“Primeira Mitose” dá continuidade ao estudo sonoro do músico Rossano (MG) denominado “Evento: Mitose”, que apresenta perspectivas do encontro dos ritmos e Mitologia Afro-Brasileiros com a literatura de William Shakespeare.

“Primeira Mitose”: https://brava.etc.br/rossano-primeira-mitose-digital-2020

“Evento: Mitose”

O conceito de mitose, na biologia, refere-se ao processo de divisão de uma célula em duas. Embora possuindo diversos aspectos semelhantes, as duas células geradas dessa divisão não são idênticas, trazendo particularidades em suas constituições individuais, ainda mais distintas em nível subatômico.

Tendo os ritmos como células simples, neste projeto utilizamos o termo “mitose” como metáfora para nomear o evento resultante da multiplicação de uma célula rítmica, ou como da mudança de sentido, da introdução de novos instrumentos e elementos à uma célula rítmica podem surgir novos organismos, ou eventos.

O emprego dos ritmos Afro-Brasileiros como ambientadores da literatura de Shakespeare se deve pelo fato de possuírem um caráter baseado nos arquétipos humanos e suas características, emoções e demais aspectos psicológicos. Os “toques” percussivos nos rituais Afro-Brasileiros vão muito além de sustentar o ritmo, embora possuindo uma célula constante como base para as cantigas, alguns aspectos como dinâmica, andamento e apogiaturas sutis vão mudando de acordo com o teor e momento da cantiga. Essas alterações nos aspectos rítmicos, no estudo das Mitoses, são fundamentais para ilustrar o teor dos sonetos de Shakespeare.

Em contraposição à grande parte das doutrinas religiosas, a mitologia Afro-Brasileira é fundamentada, entre outros aspectos, nos arquétipos humanos e não numa condição imaculada, mais notoriamente representada no Cristianismo. Os Orixás, assim como os humanos, possuem um comportamento emocional baseado em sentimentos como amor, respeito e em algumas vezes, pertencimento – quando ego está acima do bem comum nas relações interpessoais, aspecto comum à grande parte da literatura mundana, incluindo os sonetos de Shakespeare. A partir deste paralelo, através da música, poesia e filosofia, é desenhada a interseção entre estas duas linguagens.

O estudo é denominado “Evento” devido ao seu processo de investigação, cujo objetivo principal é demonstrar algumas das infinitas perspectivas do encontro em questão, que se diferenciam umas das outras pelas formas de execução e pelos elementos utilizados em cada uma dessas perspectivas.


“These musical experiments defamiliarise Shakespeare in powerfully suggestive, sometimes disturbing ways which linger in the mind and memory.” _Professor Ewan Fernie, The Shakespeare Institute, University of Birmingham /UK


Eventos publicados:

Pancreas Mitose (2016)
Primeiro registro da pesquisa, um CD com edição limitada lançado pelo selo alemão Bärwaldkeller Editionen.

Trata-se de uma perspectiva do evento onde encontramos o maior número de “partículas subatômicas”. São observados aqui: voz, piano, violão e diferentes instrumentos de percussão, principalmente surdo e atabaque. Este último se caracteriza como instrumento central nos cultos afro-brasileiros.

Aspectos rítmicos, melódicos e harmônicos são utilizados de forma mais racionalizada e menos baseada no improviso do que na Primeira Mitose, resultando em 6 peças que apresentam estruturas e linguagens consideravelmente distintas.

https://mitosemusic.bandcamp.com/releases
http://baerwaldkeller.de/BWK001.html

Primeira Mitose (2020)
Segundo registro da pesquisa, com lançamento digital pelo selo brasileiro Brava.

Releituras de 5 dos 6 sonetos do ‘Pancreas Mitose’, mais uma peça representando um aspecto do caráter do Orixá denominado Obalúwàiyé (também conhecido como Onilewá, o Senhor da Terra). Aqui observados sob outra perspectiva, estes sonetos trazem elementos como voz, pássaros e insetos sustentando a harmonia e melodia.

Os ritmos, oriundos da Umbanda e Candomblé, desempenham a mesma função original de quando em cerimônias afro-brasileiras, ou seja, conduzir e ambientar o teor das histórias contadas – aqui especificamente os sonetos de Shakespeare. Essa proposição feita pelos ritmos afro-brasileiros através do agogô e surdo sugere a forma como os sonetos são interpretados, influindo diretamente em seus aspectos percussivos, inclusive na articulação dos fonemas e divisão das palavras e frases nos sonetos.

https://brava.bandcamp.com/album/primeira-mitose


Sobre o músico:

Nascido em Minas Gerais, Rossano é músico profissional desde 1991, atuando tanto na área da educação e pesquisa quanto na criação artística.

Em 1995 desenvolveu com parceiros em Belo Horizonte /MG o projeto Disfunção, do qual se originou o grupo pexbaA (final dos 90/2010), que tinha como proposta promover a interação entre diversas linguagens e formas musicais possíveis, de maneira aleatória, que se aproximava ao dadaísmo pelo largo uso da onomatopéia na utilização da voz e também como interseção e movimento livre dos sons.

O contato de Rossano com os ritmos afro-brasileiros se deu desde seu 1º mês de idade, através do seu avô, que organizava os Congados no Quilombo de Sapé (uma das 4 as comunidades quilombolas reconhecidas pela Fundação Palmares em Brumadinho /MG) e o levava anualmente à esta comunidade até seus 12 anos.

Posteriormente, em um dos terreros de Candomblé que Rossano frequentava, foi convidado a tocar atabaque e assim o fez por mais de 2 anos, até que o pai de santo da casa falecesse.

Dos batuques iniciais até suas as experimentações sonoras nos anos 90, os ritmos afro-brasileiros sempre estiveram presentes nos seus projetos, e agora estes estudos são apresentados em maior profundidade com as Mitoses.

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Numa parceria entre os selos Brava e Menasnota (BA), Rômulo Alexis, Heitor Dantas e Uru Pereira lançam “Todos os Santos Estão Surdos”

Numa parceria entre os selos Brava e Menasnota (BA), Rômulo Alexis, Heitor Dantas e Uru Pereira lançam “Todos os Santos Estão Surdos”

Todos os Santos Estão Surdos
Rômulo Alexis, Heitor Dantas e Uru Pereira

Rômulo Alexis – trompete e efeitos
Uru Pereira – fagote e efeitos
Heitor Dantas – guitarra preparada e efeitos

Disponível a partir de 25 de Setembro nas plataformas digitais, incluindo:

Brava – http://brava.bandcamp.com
Menasnota – https://menasnota.bandcamp.com


Sobre os músicos:

Rômulo Alexis

Trompetista, (de)compositor, músico improvisador, performer e pesquisador de processos criativos. É um dos mais ativos improvisadores de São Paulo tendo colaborado com mais de 200 artistas e participado de festivais na America Latina e Europa. 

Atualmente participa dos projetos Membrana Experimental Fiat Lux (performance), Radio Diaspora (free jazz & eletronica) e dirige a Máquina Vocal (improvisação coral sob regência).

www.romulex.tumblr.com

Uru Pereira

Natural de Aracaju /Sergipe, fagotista, violonista, arranjador e professor radicado desde 2001 em Salvador-Bahia.

Atuou como bolsista da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Bahia, fagotista-professor da Orquestra Sinfônica Popular Brasileira (2011 – 2016), em Camaçari /Bahia e com a Orquestra de Câmara de Salvador nos concertos “Pérolas Mistas” (2015 – 2018) de Carlinhos Brown. Atualmente é fagotista principal da Orquestra Sinfônica de Sergipe desde 2015.

Desde 2009 dedica-se aos estudos de improvisação com o fagote conectado com a música popular onde já gravou, arranjou, além de performances com diversos artistas nacionais e internacionais. Desenvolve pesquisa e adaptação da linguagem do violão de 7 cordas na música brasileira para o fagote.

Integrante/fundador de grupos autorais de Salvador /Bahia como “Um quarto de Tom” e “Grupo Casa Verde” (música instrumental brasileira), “Beto Junior” (noise music e improvisação livre), LARGO (Plataforma de encontros em música expandida e outras maneiras de produzir discursos e sensações), o Power Trio “Laia Gaiatta” (art rock blues experimental) e a TorquatáLia (releituras de canções de Torquato Neto).

https://selonetlabel.bandcamp.com/album/experimento-zero

Heitor Dantas

Compositor, artista sonoro e produtor musical. Sua pesquisa se baseia na criação de estruturas para improvisação e na criação de instrumentos elétricos.

Vindo da cena rock de 90′ e 00′ em Salvador, e passando pelo curso de Composição da UFBA, atua há mais de 20 anos na parte técnica e criativa da música, trabalhando na WR, Base, Em Transe, Attitude, Teatro Vila Velha e no estúdio da UNIFACS.

Tocando com Tuzé de Abreu ganhou a categoria Melhor Show do Prêmio Caymmi 2015. Foi selecionado na Mostra Sesc de Música Salvador 2013 e foi finalista do Prêmio Deezer/ABMI de Novos Talentos e teve peças de soundart tocadas nos EUA e Canadá.

Dirige e opera, desde 2014 o Menasnota Criação, onde atua como produtor/arranjador, e faz foley, trilha e mixagem para filmes.

Faz música, operação e montagem para teatro e dança e já se apresentou em festivais e cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, João Pessoa e Curitiba.

Desenvolve parcerias com Nancy Viégas, Negro Leo, Manu Maltez, entre outros.

https://soundcloud.com/heitordantas


Menasnota (BA)

O Selo Menasnota é o novo braço do Menasnota Criação, plataforma que propõe e colabora com projetos visuais, textuais, sonoros e performáticos ligados à arte contemporânea. A gravadora, que busca alternativas para o consumo de música na era digital, trabalha na intersecção entre fonograma, material gráfico/editorial e show. O primeiro número de seu catálogo é o instagram-album “40 bois sobre o abismo” (@40bois), de Heitor Dantas, lançado oficialmente no Festival de Ilustração e Literatura Expandida, que ocorreu em março desse ano.

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Exposição “Trágico Conforto”, de Vinícius Patrial, abre dia 21 de Setembro para visitação virtual na Vara

Exposição “Trágico Conforto”, de Vinícius Patrial, abre dia 21 de Setembro para visitação virtual na Vara

Mostra virtual “Trágico Conforto”, de Vinícius Patrial
21 de Setembro a 18 de Outubro

a partir das 13h
Vara – brava.etc.br/vara


O artista visual Vinícius Patrial realiza a mostra virtual “Trágico Conforto”, a partir de 21 de Setembro, às 13h, no projeto Vara, o território expositivo da Brava.

Estarão na mostra 39 obras entre collages, pinturas e objetos produzidos entre 2019 e 2020, todos disponíveis para compra.

Através da Vara a Brava busca reunir artistas que desenvolvem trabalhos gráficos, em paralelo a trabalhos sonoros, curando e produzindo eventos em que possam expor sua arte em ambas as formas.

Para esta edição foi convidado Vinícius Patrial, com quem a Brava vem trabalhando há alguns anos promovendo apresentações e lançando material do seu trio, Vermes do Limbo.


press release
agosto, 2020

Artista visual Vinícius Patrial realiza a mostra digital “Trágico Conforto”

Patrial transita entre a música e as artes visuais desde 2000

O artista visual e músico Vinícius Patrial apresenta sua primeira solo “Trágico Conforto”, a partir de 21 de setembro de 2020, às 13h, no projeto Vara no site da produtora independente Brava (https://brava.etc.br/vara/). Com 39 obras, entre pinturas, collages e objetos (entre eles, máscaras), a exposição é resultado da produção durante a quarentena e no ano passado. 

Patrial é um dos fundadores do trio Vermes do Limbo, banda que nasceu em 1996 e sempre prezou em discutir e elaborar a arte gráfica/música de forma mais integrada possível. E a experimentação é a base para a relação entre esses duas plataformas artísticas.

Vara é o território expositivo da Brava, produtora independente baseada em São Paulo, que busca através deste projeto reunir artistas que desenvolvem trabalhos gráficos, em paralelo a trabalhos sonoros, curando e produzindo eventos em que possam expor sua arte em ambas as formas.

“Vinícius Patrial rejeita a ideia recorrente impregnada nesta dupla quimérica: progresso/conforto, na qual as experiências evidenciam um conforto ilusório, que caminha na contramão da existência e dilacera a vida em todos os sentidos”, afirma a psicológa Maria Regina Marques no texto crítico da mostra online.

Sobre Vinicius Patrial

Nasceu em Londrina, no Paraná, em 1976. Cursou Arquitetura no Centro Universitário Filadélfia – UniFil, em 2003, mas tem se dedicado à música e às artes visuais. Co-fundador, baixista e vocalista da banda Vermes do Limbo, de 1996 até hoje, com qual tem mais 15 álbuns gravados, entre cds, vinis e cassetes. Foi autor da música “SK8” (2012), gravada pela banda de música infantil Pequeno Cidadão, de Arnaldo Antunes, Taciana Barros, Edgard Scandurra e Antonio Pinto.

Com o Vermes do Limbo, já tocou na Galeria Vermelho, Feira Tijuana, Soma, Feira Plana (com Coletivo Membrana), Festival Das Days – Adidas, Sesc Paulista, CCSP (2017-2015),  Virada Cultural SP (2017),  Dia da Música (2016), abertura para banda Missing Men, no Converse Popload 2013 e OIDARADIO Sessions, Mobile Radio, na Bienal de Arte SP (2012).

Criou o Experimental Skate Art (ESA), nos últimos anos, que desenvolve projetos voltados à cultura skate – como criação de pistas e estruturas inusitadas, além de ministrar cursos para o grande público. Com ele participou de diversos eventos, como Festival Mesa Vista, Criação conjunto com coletivo MudaLab, Red Bull station (2019); série de 4 Instalações skatáveis, Red Bull Tricks n roll, STU (2018) e a instalação skatavel móvel “Série Remake”, Vice/Petrobras (2017).

Participou de diversas coletivas, como a instalação skatável no “Pista pallet”, “Homenagem a Oscar Niemeyer” e “Pimball” – Evento internacional de Cultura e Entretenimento, FestValma (edições 2010, 2009 e 2008), no Prédio Bienal São Paulo; série de 10 instalações para vídeo “Como Acelerar o Aquecimento Global”, MTV, SP (2007); Exposição coletiva “De arte em shape de skate”, revista 100% Skate, SP (2005); Salão Banestado de Artistas Inéditos Curitiba (2002); “Projeto Espaço Urbano” – Sec. Cultura de Londrina, Biblioteca Pública Londrina (2002) e “Transfiguração da arte pensamento” no Espaço Yoshiya Nakagawara (2000).

Sobre a Brava

É uma produtora independente baseada em São Paulo, liderada por Angela Novaes e direcionada a artistas e bandas locais e internacionais que flertam com o experimentalismo nos estilos que trabalham, produzindo, lançando e promovendo apresentações, feiras, sonorizações e oficinas em galerias de arte, festivais, instituições, centros culturais e espaços alternativos no Brasil ou pelo mundo.

SERVIÇO RÁPIDO
mostra “Trágico Conforto” de Vinícius Patrial 
o que: pinturas, collages e objetos [39 obras]
texto crítico: Maria Regina Marques
abertura: 21/09/2020, 13h 
visitação online: 21/09-18/10/2020
local: https://brava.etc.br/vara/
quanto: grátis
venda: todas as obras estão à venda

marmiroli comunicação
assessoria de imprensa | conteúdo | produção
Erico Marmiroli – marmiroli.com

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Vermes do Limbo lança “VEM VER ME NOS”, com participação de Kiko Dinucci

VEM VER ME NOS
Vermes do Limbo
com participação de Kiko Dinucci

No furacão da pandemia de 2020 Vermes do Limbo descarrega o 15º título de sua discografia: um passeio por gravações com Kiko Dinucci na guitarra numa tarde de 2017 e uma sessão no estúdio Casa Azul no final de 2019, unindo 2 momentos separados pelo tempo, agora não mais no espaço. VEM VER ME NOS.

Lançamento da Brava Edições em parceria com Índio Rock Selo e Vermes do Limbo, disponível em formato digital em 7 de Agosto no brava.bandcamp.com

Assine o informativo para ouvir algumas faixas antes do lançamento.


Vermes do Limbo

Sinestesia por meio de experimentações sonoras sobrepostas. Colagens de riffs, batidas e distorções de tudo que for capaz de vibrar em forma de som no ar… até que se desenhe um looping, depois outro e mais outro. Diverso, distópico, naturalmente insurgente.

Os Vermes desde 1996 vêm fazendo, lançando e apresentando, goste ou não, composições calcadas em uma forma original de abordar o faça por inquietação.

Guilherme Pacola – bateria
Vinícius Patrial – baixo
Nick Smith – guitarra

https://brava.etc.br/selo/vermesdolimbo

Kiko Dinucci

Natural de Guarulhos, faz parte dos grupos Metá Metá e Passo Torto. Colaborou com artistas como Criolo, Tom Zé, Elza Soares e Jards Macalé. Seu trabalho percorre entre o samba, a musica africana, elementos da música experimental e do punk.

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Test e Deaf Kids no SESC Belenzinho /SP

Test apresenta as músicas de seu recém lançado “Jogo Humano” e DEAFKIDS faz show de lançamento do álbum “Metaprogramação

*22 de Novembro, sexta
Comedoria do SESC Belenzinho
@ Rua Padre Adelino 1.000, Belém; São Paulo /SP (a 10min. a pé da estação Belém do metrô)
21h30
$9 | $15 | $30 – ingressos à venda no SESC SP

flyer por Douglas

Com quase 10 anos de estrada e extensivas turnês por todo Brasil, Europa e América do Norte, incluindo passagens bombásticas por aclamados festivais internacionais como Roadburn/NL, Amplifest/PT, OUT.FEST/PT, Supersonic/UK, Obscene Extreme/CZ, Integraciones/Peru, Punk Illegal/SWE e nacionais como Festival DoSol/RN, Coquetel Molotov/PE, Bananada/GO e Porão do Rock/DF, 16 shows como banda suporte da aclamada banda NEUROSIS pela Europa e EUA, colaborações com nomes de peso como Jaz Coleman (Killing Joke) e PETBRICK (formada por Igor Cavalera ex-Sepultura), o DEAFKIDS segue impassível num caminho que busca a expansão e desprogramação mental através da música sônica.
O ano de 2019 vê o lançamento de sua mais recente criação e 3° álbum-cheio, o criticamente aclamado “Metaprogramação” (Neurot Recordings), que leva tal exploração sônica além de tudo o que a banda já alcançou anteriormente. Desde seu lançamento em Março deste ano, o álbum já rodou 16 países pela Europa e América do Norte.

DEAFKIDS é Douglas (guitarra/vocal), Marcelo Angu (baixo) e Mariano (bateria).

A abertura da noite fica por conta do TEST, que tem sido reconhecido com uma das bandas mais originais de death/grind/black metal dos últimos tempos.

Com um ritmo compulsivo de gravações e shows, o TEST chegou aos 9 anos de vida com mais de 10 álbuns e mais de 500 apresentações pelo Brasil, EUA, México, Argentina e Europa. A banda já dividiu palcos com gente como Brujeria, Napalm Death, Exodus, Dillinger Escape Plan, Cavalera Conspiracy, Cripple Bastards, Obituary, Death DTA, Mayhem, Sepultura, Krisiun, para citar alguns, e participou de 2 dos maiores festivais de música extrema do mundo: o “Obscene Extreme” na República Tcheca e o “Maryland Deathfest” nos EUA.

Test é João Kombi (guitarra/voz) e Barata (Bateria).

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G.Granado, Bugio e ACruz Sesper Trio no estudiofitacrepeSP

G.Granado, Bugio e ACruz Sesper Trio no estudiofitacrepeSP

Guilherme Granado
Bugio
ACruz Sesper Trio
*7 de Julho, domingo

14h às 20h
– 14h abertura da casa com bar e Banquinhas com materiais das bandas/selos no local (vinis, cds, tapes, camisetas) e impressos, prints, fanzines do Sesper
– 16h início das apresentações
$10 (entrada/no local)
ou
$30 (entrada + kit*)
estudiofitacrepeSP @ Rua Consolação 2.582, Consolação; São Paulo /SP

*o kit feito especialmente para o evento contém:
1 sacola silkada + 1 cartaz do show em silk screen + 1 fita cassete com faixas de Guilherme Granado, Bugio e ACruz Sesper Trio + 3 prints assinados por Alê Amaral, Alexandre Cruz e Guilherme Granado

**edição limitada de 35 kits – vendas com desconto para compras antecipadas online na Banquinha

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[Silver Tape] Bruno Palazzo e Gabriel Lemos + RGNoise City e Rafael N + Opium Dei no estudiofitacrepeSP

[Silver Tape] Bruno Palazzo e Gabriel Lemos + RGNoise City e Rafael N + Opium Dei no estudiofitacrepeSP

Bruno Palazzo e Gabriel Lemos
RGNoise City e Rafael N
Opium Dei
*6 de Julho, sábado

19h casa
20h apresentações
$10
estudiofitacrepeSP @ Rua Consolação 2.582, Consolação; São Paulo /SP

Bruno Palazzo e Gabriel Lemos
Duo de bateria, guitarra e efeitos.

RGNoise City e Rafael N
Arte sensorial e ritualística por meio de produção e modulação de ruído, ambientes obscuros, vocalização, efeitos analágicos e digitais sobrepostos por sax alto.
https://youtu.be/guJ7-iT1dHI?t=240
https://rgnoisecity.bandcamp.com

Opium Dei
Opium Dei não é uma banda, é uma seita pseudo futurista.
https://opiumdei.bandcamp.com/releases

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Oficina de construção de guitarra havaiana (Lap Steel guitar), com Cadós Sanchez e Ruben Pagani

Oficina de construção de guitarra havaiana (Lap Steel guitar), com Cadós Sanchez e Ruben Pagani

Cada participante trabalhará com noções básicas de marcenaria e eletrônica para a montagem de sua própria guitarra elétrica “lap steel”.


_infos:
*29 e 30 de Junho, sábado e domingo

das 14h às 19h30  – 10 horas de duração/ 5 horas por dia, com uma pausa de 30 minutos por dia
Marcenaria do Ruben – Rua Félix Della Rosa, Vila Anglo Brasileira /SP [mapa]

_Publico: Músicos, professores, artesãos, interessados em arte sonora e outras linguagens integradas.

_Investimento:
inscrições encerradas

_Planejamento:
Apresentação de alguns modelos de “lap steel” DIY.
Técnicas básicas de marcenaria e preparação da madeira para receber as peças.
Montagem das tarraxas, captadores eletromagnéticos e encordoamentos.


_Quem dá a oficina:
Cadós Sanchez

Pesquisa construção de instrumentos musicais do mundo, luteria experimental e a interação entre as linguagens artísticas.
Ministra oficinas ligadas a arte sonora e luteria experimental, bem como desenvolve trabalhos com instrumentos não convencionais, criação de ambientes instalativos para performance e intervenções sonoras no espaço público.
É idealizador do Panorama da Luteria Experimental em São Paulo.

Ruben Pagani
Marceneiro uruguaio, vive e trabalha no Brasil há 35 anos. Construiu seu primeiro instrumento musical há 53 anos e atualmente tem trabalhado na construção de instrumentos musicais, máquinas, brinquedos e móveis em geral.
Na Marcenaria do Ruben ele ministra oficinas de luteria experimental e presta assessoria para artistas de todas as linguagens.
Participa do álbum “Construtores de sons” lançado pelo selo Sesc 2019.

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[Silver Tape] Thomas Rohrer e Philip Somervell / Mariana Carvalho, Catriel Nievas, Julia Teles e Gustavo Branco no estudiofitacrepeSP

[Silver Tape] Thomas Rohrer e Philip Somervell / Mariana Carvalho, Catriel Nievas, Julia Teles e Gustavo Branco no estudiofitacrepeSP

/1a apresentação
Thomas Rohrer – saxofone soprano, rabeca
Philip Somervell – piano, objetos, eletrônicos
/2a apresentação
Mariana Carvalho – piano preparado
Catriel Nievas (ARG) – guitarra
Gustavo Branco – guitarra
Julia Teles – teremim
*12 de Maio, domingo
estudiofitacrepeSP @ Rua Consolação 2.582, Consolação; São Paulo /SP
casa: 16h
1a apresentação: 18h
$10


Thomas Rohrer
Músico suíço radicado no Brasil, realiza trabalhos sonoros de improvisação livre usando rabeca e sax soprano. Idealizou o projeto Tradição Improvisada, onde, junto a Panda Gianfratti, dialoga com a música de Nelson da Rabeca e Dona Benedita.
Philip Somervell
Pianista e educador inglês-chileno baseado em São Paulo, trabalha no campo da música experimental e da improvisação. Sua abordagem baseia-se em uma investigação contínua e rigorosa do potencial sonoro do piano, através de intervenções e técnicas experimentais.
brava.bandcamp.com/album/rohrer-somervell
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[Silver Tape] National e Holofonica no estudiofitacrepeSP

[Silver Tape] National e Holofonica no estudiofitacrepeSP

National
Holofonica

*28 de Abril, domingo
estudiofitacrepeSP @ Rua Consolação 2.582, Consolação; São Paulo /SP
casa: 16h
apresentação: 18h
$10


Holofonica
Projeto de música criativa de Leandro Archela, onde a composição antirracional de paisagens sonoras se desenvolve através da livre manipulação e experimentação de instrumentos musicais e efeitos eletrônicos.
Archela iniciou sua carreira musical no final dos anos 80 e participa dos projetos Naaxtro, GOATFACE!, Rumbo Reverso, Bodes & Elefantes, Banda Sonora, entre outros.
http://acinofoloh.bandcamp.com

National
O National é um duo de musica eletrônica que surgiu em São Paulo em 1999, com um foco no experimentalismo, na busca de uma linguagem contemporânea e na tradição das vanguardas estéticas, fazendo do uso de clusters, glitchs e drones sua principal identidade sonora.
Com um extenso catalogo de CDs e de apresentações em Festivais e mostras coletivas, a busca por novas linguagens e meios de repensar o discurso sonoro ainda é uma constante e sua principal prioridade.
www.facebook.com/DuoNational

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[Silver Tape] Bloody Mary Una Chica Band e Thee Dirty Rats no estudiofitacrepeSP

[Silver Tape] Bloody Mary Una Chica Band e Thee Dirty Rats no estudiofitacrepeSP

Silver Tape
Thee Dirty Rats
Bloody Mary Una Chica Band

*19 de Abril, sexta
estudiofitacrepeSP @ Rua Consolação 2.582, Consolação; São Paulo /SP
casa: 18h
apresentação: 20h
$10


Bloody Mary Una Chica Band
Trabalho solo de Marianne Crestani, Bloody Mary Una Chica Band destila muita força num garage noise com volume alto, munida de uma guitarra vermelha como o sangue do seu nome.
Assim como em São Paulo, cidade onde seu veneno e vida transitam, tudo acontece ao mesmo tempo: o som distorcido, a batida certeira e a voz rasgada e embriagada de influências como Two Tears e Margaret Doll Rod.
https://bloodymaryunachicaband.bandcamp.com

Thee Dirty Rats
Duo de São Paulo formado em 2014, por Luis Tissot nos vocais e “cigar box guitar” (uma guitarra caseira de 3 cordas construída pela própria banda) ligado em um pedal de fuzz, junto com Fernando Hitman na bateria preparada.
Influenciados pelo garage rock com uma dose de new wave esse duo soa cru e sujo, sem dúvidas. É rock ‘n’roll minimalista feito com 3 cordas esticadas e 3 peças de bateria.
https://theedirtyrats.bandcamp.com

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Budhaditya Chattopadhyay (India) se apresenta no estudiofitacrepeSP

Budhaditya Chattopadhyay (India) se apresenta no estudiofitacrepeSP

Budhaditya Chattopadhyay (India)
*12 de Abril, sexta

19h casa
20h apresentação
$20
estudiofitacrepeSP @ Rua Consolação 2.582 /SP


O artista multimedia e pesquisador indiano, que atualmente desenvolve seu pós-doutorado na American University of Beirut, veio a São Paulo para uma leitura no Sonologia 2019 – I/O, conferência organizada pelo NuSom (Núcleo de Pesquisas em Sonologia da Universidade de São Paulo).
Budhaditya Chattopadhyay fará esta única apresentação no estudifitacrepeSP, que consistirá em 4 partes:
Parte 1:
Towards and Amicable End (2018 – 2019), 15 minutes
Parte 2:
Eye Contact with the City (2010 – 2013), 17 minutes
budhaditya.org/projects/eye-contact-with-the-city
The Well Tempered City (2010 – 2014), 18 minutes
budhaditya.org/projects/the-well-tempered-city
Parte 3:
Arithmetic of Distance (2017), 5 minutes
budhaditya.org/projects/arithmetic-of-distance
Exile and Other Syndromes (2015 – 2018), 22 minutes
budhaditya.org/projects/doors-of-nothingness/exile-and-other-syndromes
Parte 4:
Decomposing Landscape (2015 – 2018), duration: 35 minutes
budhaditya.org/projects/decomposing-landsc

Budhaditya Chattopadhyay é artista, pesquisador, escritor e teórico indiano. Tendo como foco principal o som, Chattopadhyay produz instalações de grandes dimensões e performances ao vivo, lidando amplamente com questões contemporâneas, como a crise climática, a intervenção humana no meio ambiente e ecologia, migração, raça e descolonização. Conceitualmente, o trabalho de Chattopadhyay investiga sobre a materialidade, a objetividade, a localidade e a mediação tecnológica do som e aborda os aspectos da subjetividade, contemplação, atenção plena e transcendência inerentes à escuta. Sua prática artística pretende mudar a ênfase do objeto para a situação e da imersão para o discurso no campo do som e da arte midiática.

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[Silver Tape] GOATFACE! no estudiofitacrepeSP

[Silver Tape] GOATFACE! no estudiofitacrepeSP

Silver Tape
GOATFACE!

gravação ao vivo do novo álbum
*30 de Março, sábado
estudiofitacrepeSP @ Rua Consolação 2.582, Consolação; São Paulo /SP
casa: 18h
apresentação: 20h
$10
 
 
GOATFACE!
Guilherme Granado – teclados, eletrônicos
Rogério Martins – percussão, sopros
Ricardo Pereira – percussão
Thomas Rohrer – rabeca, sax
Leandro Archela – teclados, eletrônicos

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