
Inés Terra apresenta ‘regougar’
Taticocteau
*19 de Março, quinta
20h
Audio Rebel – R. Visconde de Silva 55, Botafogo /RJ
R$ 25 antecipado | R$ 35 na hora
Gratuidade CadÚnico e Lista Trans
⇢ ingressos antecipados no Sympla
A compra do ingresso antecipado deve ser feita até o dia anterior ao evento
⇢ PIX:
1. Faça o pagamento no valor do ingresso para o PIX audiorebel@gmail.com.
2. Envie o comprovante de pagamento anexado para o email audiorebel@gmail.com. No campo assunto insira: INGRESSO + [Artista/Show] + [Data]. E no corpo do e-mail insira o [Nome] de quem vai ao show.
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Regougar é um show solo de vozes baseado na improvisação. Íntimo e visceral, o trabalho investiga o corpo como tecnologia e a voz para além da palavra — como som, ruído e gesto. A performance combina duas vertentes: de um lado, peças totalmente improvisadas, onde convivem diferentes qualidades vocais e emocionais; de outro, peças previamente compostas, alimentadas pelo diálogo com loops criados em tempo real e vozes pré-gravadas.
Inés Terra (AR/BR) é artista da voz e produtora cultural. Pesquisa a voz em busca pelas múltiplas ressonâncias e ruídos do corpo. Entre seus trabalhos destacam-se o álbum audiovisual Ruminar (Ed. Leviatã, 2020), realizado com Iago Mati; o disco Teia (RKZ Records, 2020), em parceria com Julia Teles; Beira (Brava Edições/ScatterArchive, 2025), com Ajìtenà; e regougar Beira (Brava Edições/ScatterArchive, 2024). Inés é também criadora do Língua Fora, ciclo de apresentações que propõe um espaço compartilhado de improvisação para artistas que investigam a voz a partir de diferentes perspectivas.
brava.etc.br/ines-terra-regougar
brava.etc.br/ines-terra

A performance que Taticocteau traz para essa ocasião propõe um campo sensível de escuta, operando entre ruído, glitch e memória, numa travessia audiovisual que prepara o terreno para o rito sonoro de regougar. Em diálogo com o conceito de “corpo gago” de André Lepecki, o trabalho assume a falha, o tropeço, o erro e a instabilidade como potências estéticas e políticas, produzindo fissuras nos fluxos normativos da percepção. Entre ruína e reconstrução, pretende-se criar uma zona liminal onde o “gaguejar” do corpo e da máquina abre espaço para o canto como força de reinvenção.
Taticocteau é artista visual e sonora cuja prática investiga a relação entre som e imagem por meio de glitch, databending e sonificação. Explora o erro digital como potência estética e conceitual, articulando memória, subjetividade e tecnologia em obras que transitam entre vídeo experimental, colagem e música eletrônica. Foi artista residente do Festival Novas Frequências (2021) e apresentou trabalhos em eventos e mostras como Rio Futuros Históricos (Escola do Absurdo) e outros festivais de arte e som contemporâneo.